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Pesquisas clínicas: Brasil terá mais estudos para doenças graves e raras

Publicada em 01/06/2024

  • Pesquisas clínicas: Brasil  terá mais estudos para doenças graves e raras

 Ampliar a oportunidade de acesso para novas terapias contra doenças graves e raras em todo o país. Esse é um dos principais avanços que a autorização para realizar pesquisas clínicas com seres humanos no Brasil representa. O texto que estabelece um arcabouço legal regrado sobre o tema, propondo que os estudos atendam exigências éticas e científicas, foi sancionado com dois vetos pelo presidente Lula na terça-feira (28).

Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Serviços em Saúde, o deputado federal Pedro Westphalen (Progressistas – RS) foi relator da matéria na Câmara. Além disso, o parlamentar que é médico, trabalhou com as entidades que compõem o grupo de trabalho e articulou junto ao relator da proposta no Senado, senador Hiran Gonçalves, mudanças que possibilitassem a aprovação do texto, que é de autoria da ex-senadora Ana Amélia Lemos. “Foi um trabalho de muitas mãos, que contou com a participação de toda a sociedade. E o resultado é um divisor de águas com o estabelecimento da primeira legislação oficial sobre pesquisa no Brasil. É mais uma demonstração da relevância da atividade política, parlamentar para o desenvolvimento da saúde no Brasil e para o atendimento das necessidades reais da população”, afirma.

Westphalen ainda declara que a sanção da proposta é um marco histórico para a saúde pública brasileira, mas também representa um avanço significativo para a comunidade científica e para o desenvolvimento da indústria farmacêutica nacional. “A autorização das pesquisas clínicas pode trazer mais de R$ 5 bilhões em investimentos diretos por ano para o país”, ressalta.

AVANÇOS DA NOVA LEI

A legislação sobre a pesquisa clínica foi sancionada com dois vetos e estabelece exigências éticas e científicas para a realização dos estudos no Brasil. O deputado Pedro Westphalen destaca que o texto prevê, entre outras regras, instâncias de revisão, proteção dos voluntários, responsabilidade dos pesquisadores e patrocinadores, regras para o armazenamento e a utilização de dados e de material biológico humano.

“Uma das principais conquistas é a redução do processo para autorização de uma pesquisa, que hoje leva mais de sete meses e deve ser reduzida para 90 dias. Isso significa mais agilidade e mais oportunidades para o desenvolvimento de novos tratamentos e medicamentos para doenças que ainda afligem milhões de pessoas no Brasil”, comemora o presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Serviços de Saúde.

 

Com informações da Assessoria do Deputado

Paulinho Barcelos

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