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ACI Cruz Alta participa de reunião da Federasul contra o aumento do ICMS no RS

Publicada em 25/11/2023

  • ACI Cruz Alta participa de reunião da Federasul contra o aumento do ICMS no RS

A Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) realizou uma reunião com filiados, líderes empresariais e associações comerciais de todo o Estado para reforçar a posição contrária da entidade a proposta do governador Eduardo Leite (PSDB) de elevação do ICMS de 17% para 19,5%.

O encontro reuniu representantes de diversos setores do Estado, incluindo caravanas de 90 cidades de todas as regiões do Rio Grande do Sul. Foram 180 representantes presentes na reunião e 240 assistiram à palestra do evento.

A Associação Comercial e Industrial de Cruz Alta (ACI) foi representada pelo Presidente do Conselho Consultivo, Darci Martins. A comitiva da região do Alto Jacuí também visitou o Gabinete do Deputado Estadual Rafael Braga, solicitando apoio em relação à situação da proposta de aumento de impostos.

Participaram do evento Eduardo Loureiro (PDT), Felipe Camozzato (Novo), Guilherme Pasin (PP), Luiz Fernando Mainardi (PT) e Cláudio Branchieri (Podemos). Três deles anunciaram no local voto contra o projeto: Camozzato, Mainardi e Branchieri. Durante o debate, porém, foram unânimes na necessidade de se promover mudanças no texto da reforma tributária em curso no Congresso como forma de evitar a votação na Assembleia.

Logo no início do painel, enquanto Costa ainda começava seu pronunciamento inicial, oito faixas contra o aumento surgiram na plateia. Lá fora, na entrada do prédio, pessoas enviadas pelo governo do Estado distribuíam cartilhas com 12 páginas justificando o projeto de Leite.

— É uma vergonha, é desumano com o Rio Grande do Sul. Queremos a pauta do desenvolvimento econômico. É o momento, da esquerda à direita, dos liberais aos conservadores, de falarmos a mesma língua. Vamos sentar com o governador, que retire esse projeto e ouça a voz dos gaúchos — disse Costa, lembrando que a Federasul havia apoiado o aumento em 2018, no que chamou de período de "excepcionalidade".

Se revezando ao microfone, os parlamentares sugeriam caminhos. Para Camozzato, o Piratini precisa concentrar esforços no corte de despesas correntes, que em 2023 tiveram um incremento de R$ 400 milhões. Mainardi sugeriu a discussão de um novo modelo de desenvolvimento. A todo tempo, Santa Catarina era citada como exemplo de competitividade e ganho de arrecadação, mesmo sempre mantendo a carga tributária com alíquota de 17% no ICMS. Na maior parte das falas, porém, os deputados arguiram como solução uma pressão sobre a Câmara para que haja uma mudança no texto da reforma.

— Se o texto não for mudado, a sociedade gaúcha vai ter de discutir alternativas e o regime de urgência vai contra isso. Precisamos de tempo para discutir o futuro do Rio Grande do Sul — disse Branchieri, fazendo coro à retirada do projeto.

Na plateia, havia dirigentes de 90 entidades filiadas à Federasul. Logo após o evento, parte deles seguiu em caravana até a Assembleia, onde reiteraram ao presidente Vilmar Zanchin (MDB) o descontentamento com o aumento do ICMS.

Com informações – GaúchaZH

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