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Creas é referência no atendimento a vítimas de violações de direitos

Publicada em 30/11/2022

  • Creas é referência no atendimento a vítimas de violações de direitos

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Herbert de Souza, vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS), conta com um Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos - PAEFI para indivíduos que estejam em situação de risco ou com direitos violados. Segundo a Coordenadora, Alice Terhorst, Assistente Social, o CREAS tem como principal objetivo construir um plano de intervenção em conjunto com os atendidos para romper com o ciclo de violência e potencializar a função protetiva da família.

Alice conta que o público alvo são famílias e indivíduos em situação de risco pessoal e social, com violação de direitos, como: violência física e psicológica; negligência; violência sexual; afastamento do convívio familiar devido à aplicação de medida de proteção; situação de rua; abandono; trabalho infantil; discriminação por orientação sexual e/ou raça/etnia; cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto de Liberdade Assistida e de Prestação de Serviços à Comunidade por adolescentes, entre outras.

SOBRE VIOLÊNCIA SEXUAL

É uma violação dos direitos sexuais, porque abusa e/ou explora do corpo e da sexualidade, seja pela força ou outra forma de coerção, ao envolver a criança e adolescente em atividades sexuais impróprias a sua idade cronológica, ou ao seu desenvolvimento físico.

A violência sexual, abuso ou exploração sexual, pode ocorrer no ambiente intrafamiliar, quando há relação de parentesco entre vítima e agressor e extrafamiliar, quando não há uma relação de convivência familiar entre agressor e vítima. 

Abuso Sexual: é a utilização do corpo de uma criança ou adolescente, por um adulto ou adolescente, para a prática de qualquer ato de natureza sexual. O abuso sexual é uma das piores formas de violência. Saliento que esse tipo de violência é muito grave, resultando traumas de diversas ordens na vida da vítima, além de trazer sofrimento também para a família.


Exploração Sexual: A exploração sexual caracteriza-se pela utilização sexual de crianças e adolescentes com a intenção do lucro ou troca, seja financeiro ou de qualquer outra espécie. A exploração sexual ocorre de quatro formas: em redes de prostituição, pornografia, redes de tráfico e turismo sexual.

SINAIS

Conforme Alice, é importante que as pessoas que convivem com crianças estejam sempre atentas e observem qualquer mudança radical no comportamento delas. Inclusive, ela cita alguns sintomas que podem ser indício de que algo diferente do habitual esteja acontecendo, como por exemplo, algum tipo de violência sexual: Comportamento sexual inadequado para a idade da criança; Temas sexualizados passam a ser o centro das brincadeiras; Isolamento social, tristeza repentina, aversão ao contato físico; Medo profundo, vergonha excessiva, insegurança e sentimento de culpa; Agressividade, irritabilidade e rebeldia; Comportamento autodestrutivo, tentativa de suicídio; Baixa autoestima, sentimentos de inferioridade; Mudança brusca no sono e na alimentação; Dificuldade nos relacionamentos sócio-afetivos; Dores na região abdominal e genital; Doenças e infecções genito-urinárias; Comportamentos infantilizados; Baixo rendimento escolar.

COMO DENUNCIAR

Toda e qualquer pessoa ou instituição tem obrigação de denunciar o abuso e a exploração sexual, mesmo sendo apenas uma suspeita, sob risco de punição. O denunciante não precisa se identificar, bastando informar o nome da vítima e o endereço correto para iniciar a averiguação.

- Conselho Tutelar;

- Delegacias especializadas ou comuns;

- Disque direitos humanos – 100;

- Ministério Público;

- Fórum.

CREAS VAI À ESCOLA

Como medida de prevenção, semanalmente, o CREA VAI À ESCOLA, trata sobre temáticas relacionadas ao abuso, exploração sexual, trabalho infantil e atos infracionais, com nossas crianças e adolescentes.

“Considero fundamental, para proteger crianças e adolescentes, estar atento ao comportamento deles. É fundamental que os pais conversem com os filhos e mostrem que eles podem e devem confiar neles, sem medo de serem repreendidos, julgados ou punidos pelo que fazem. Deve-se falar com a criança, em linguagem simples e apropriada, de forma que ela entenda, o que é certo e o que é errado na relação entre um adulto e uma criança, ou seja, o que pode ou não fazer. E principalmente, ensinar a criança a dizer não, gritar e fugir, defendendo-se de um abuso. Se os pais não educarem seus filhos sobre sexo e violência, certamente alguém irá fazer”, diz.


Com informações da Prefeitura Municipal

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