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Estiagem pode gerar perdas de R$ 700 Milhões e 65% de quebra na produção

Publicada em 02/02/2022

  • Estiagem pode gerar perdas de R$ 700 Milhões e 65% de quebra na produção

 Nesta quarta-feira (02),a Sociedade Dos Engenheiros Agrônomos da região de Cruz Alta (SEARCA), o Sindicato Rural de Cruz Alta, a Universidade de Cruz Alta (Unicruz) e a equipe Fieldcrops da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), divulgaram uma carta aberta à sociedade Cruz-Altense e região sobre a situação da estiagem e externando a grave situação das lavouras de grãos, pastagens e produção pecuária , no momento em consolida-se uma grande quebra de safra devido a maior estiagem ocorrida nos últimos 20 anos no Rio Grande do Sul.

As entidades, SEARCA e Sindicato Rural, que representam uma parcela significativa de produtores e engenheiros agrônomos, vivenciam diariamente os prejuízos que estão sendo consolidados.

A Unicruz e UFSM, instituições de ensino,pesquisa e extensão,através de diagnósticos conseguem mensurar a situação do campo, por meio de pesquisas, realizadas nos municípios gaúchos.

O prejuízo econômico desta safra deve impactar não só Cruz Alta, mas todos os municípios do RS, cuja as economias sejam vinculadas direta ou indiretamente ao desempenho do agronegócio.

Seguem os resultados :

SOJA- Estima -se uma produtividade média na região que irá variar de 10 a 20 sacas por hectare nas áreas de sequeiro e 50 e 55 sacas por hectare em áreas irrigadas.

Estima-se que em torno de 5 a 10% das lavouras da região não foram semeadas em função da ausência da disponibilidade hídrica necessária para o estabelecimento do soja.

Considerando os dados analisados, estima-se uma quebra de 65% na produção, com um possível prejuízo de R$ 700 Milhões.

MILHO- Algumas lavouras que já estavam sendo colhidas até o momento obtiveram resultados de 0 a 30 sacas por hectare no sequeiro e de 120 a 140 sacas por hectare nas áreas irrigadas.Muitas lavouras do sequeiro não serão colhidas, pois a produção nem compensaria o custo do cereal.

PRODUÇÃO PECUÁRIA- observa-se uma quebra de 50% na região.A falta de água e alimento para a sobrevivência dos planteis tem levado muitos produtores a abaterem suas matrizes.

Através da análise exposta, ainda que ocorram chuvas em abundância a maior parte desses prejuízos já está consolidade e é irreversível.

A carta aberta encerra com um forte apelo das entidades , para que os agentes públicos municipais,estaduais e federais, no âmbito do executivo e legislativo, no que tange suas competências, estejam cientes da gravidade da situação.

Assinam a carta, as entidades acima citadas.A íntegra da carta você confere abaixo.

 

Com Informações do Sindicato Rural, SEARCA, Unicruz e UFSM

Paulinho Barcelos

Rádio Jornalismo – Rádio Cruz Alta

Grupo Pilau de Comunicações

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