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Soja volta a subir em Chicago nesta terça-feira dia 12

Publicada em 12/04/2022

  • Soja volta a subir em Chicago nesta terça-feira dia 12

Os preços da soja terminaram o dia com altas de 15 a 22,25 pontos no pregão desta terça-feira (12) na Bolsa de Chicago, depois de baixas expressivas na sessão anterior. "Esse ano deverá se um dos mais voláteis da história", acredita o consultor em agronegócios Ênio Fernandes, da Terra Agronegócios. O contrato maio termina o dia, portanto, com US$ 16,70 e o agosto com US$ 16,20 por bushel.

Entre os fatores de suporte para as cotações, ainda de acordo com o especialista, estão a falta de segurança sobre a nova safra norte-americana - incluindo condições de clima, tamanho de área de milho e soja - além da continuidade da guerra entre Ucrânia e Rússia.

"E isso mexe muito com mercado de petróleo, de óleos vegetais, com a logística mundial. Então, essas inseguranças estão sendo repetidas no petróleo. E ainda temos as decisões do Federal Reserve, o banco central norte-americano, e a velocidade em que ele vai elevar suas taxas de juros", afirma Fernandes.

A demanda da China - e as incertezas que também carrega - permanece no foco dos traders. Embora os novos lockdowns tragam algum soluço para as novas compras por parte da nação asiática, de outro lado, ela também de vir a mercado para garantir alguns volumes importantes e não só de soja, mas também de milho.

"Na nossa visão, o mercado de clima será voraz, extremamente impactante (...) Então agora, o grau de incerteza é muito grande. E os fundos estão sinalizando de que vamos ter oportunidades daqui até o final de agosto, quando teremos mais certeza sobre a safra americana. E isso já é um sinal para os produtores estarem preparados para novas altas. O que não pode acontecer é o produtor não ter um plano de comercialização e ir adaptando esse plano", diz Fernandes.

MERCADO BRASILEIRO

Os produtores continuam vendendo paulatinamente, escalando seus negócios capturando os melhores momentos para ele, aproveitando para fazer suas compras de insumos, e garantindo rentabilidade e otimizando seus custos de produção, ainda de acordo com o consultor.

Ele explica ainda que será necessário que os produtores continuem monitorando o andamento da macroeconomia - e do câmbio, especialmente - dos prêmios - que tendem a permanecer firmes - e às demandas pelas soja brasileira, tanto para exportação, quanto pelas indústrias locais.

No entanto, a incerta nova safra dos Estados Unidos pode exercer ainda mais influência sobre o andamento e formação dos preços no Brasil.

No mercado físico, as cotações da oleaginosa subiram em praticamente todas as praças de comercialização Os avanços só não foram mais intensos porque o dólar voltou a cair frente ao real, neutralizando parte das altas fortes de Chicago.

 

 

Com Informações do Notícias Agrícolas /Aleksander Horta e Carla Mendes

Paulinho Barcelos

Rádio Jornalismo – Rádio Cruz Alta

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