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PM natural de Cruz Alta salva bebê de 2 meses pelo telefone em Venâncio Aires

Publicada em 28/09/2019

  • PM natural de Cruz Alta salva bebê de 2 meses pelo telefone em Venâncio Aires

A Brigada Militar atendia um caso de assalto a posto de combustíveis na noite dessa terça-feira, 24, em Venâncio Aires quando o telefone tocou novamente na Sala de Operações. Por volta das 22h10, o policial militar Alisson Douglas Lopes Farias, de 22 anos, atendeu a chamada através do 190. Na outra linha, uma mãe desesperada segurava a filha de apenas dois meses que estava engasgada e pedia ajuda.


"Ela estava passando mal e não conseguia respirar. A mãe começou a dizer os sintomas e eu só pensei em ajudar da melhor forma, pra ver como estava a situação. Eu expliquei o procedimento de Heimlich, para desobstruir as vias áreas, fui acalmando a mãe e os familiares que estavam ali perto", contou o brigadiano.


A mãe, Cristine dos Santos, contou ao policial que a filha estava deitada em um sofá, quando começou a se engasgar. A família pediu ajuda à Brigada Militar e, após as orientações do policial, a criança voltou a respirar e expeliu secreção. O casal foi orientado a levar a pequena Keren Rayane dos Santos até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Cruzeiro, onde ela foi atendida e liberada em seguida.


"Graças a Deus deu tudo certo, ela chegou à UPA e, quando foi atendida, já tinha voltado à consciência e a respirar normalmente". Alisson, que reside em Santa Cruz do Sul, é natural de Cruz Alta e atua como PM temporário em Venâncio Aires desde 2018, mas ainda não tinha atendido nenhum caso parecido. "Foi a primeira vez desse tipo de ocorrência."


Quando perguntado se ficou nervoso ao receber a chamada, disse que tentou apenas ajudar.  "O profissionalismo fala mais alto, quando a gente atende o telefone, o 190, a gente nunca sabe o que nos aguarda do outro lado da linha. Logo que ela foi me falando que a bebê dela estava se afogando e ela não sabia o que fazer, eu já fui assimilando melhor e orientando. Eu senti um pouco de aflição depois que ela desligou, porque aí eu já não sabia mais, estava lá na UPA. Enquanto ela falava comigo e me explicava a situação, eu conseguia ajudar, mas assim que ela chegou lá queria saber se ia terminar tudo bem com a pequenininha."


O PM conta também que gostaria de conhecer a família e a bebê, após o atendimento que salvou a vida da pequena. "Foi uma forma especial que eles entraram na minha vida", disse. 

Fonte: Portal GAZ

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