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Polícia investiga suposta agressão a criança de quatro anos dentro de EMEI

Publicada em 25/09/2019

  • Polícia investiga suposta agressão a criança de quatro anos dentro de EMEI

Um fato registrado na Delegacia de Polícia de Cruz Alta chamou atenção da comunidade nesta quarta-feira, 25, por tratar-se de uma suposta agressão contra uma criança de quatro anos, em uma Escolinha de Educação Infantil do Município.

De acordo com o registro feito pela avó da menina, a criança teria sido agredida, sendo "soqueada e jogada embaixo de uma cadeira, fazendo com que a mesma batesse a cabeça e marcas nos braços", durante o período de aula. A agressão teria sido cometida por uma professora. Ainda na ocorrência, a avó relata que a criança não fala, pois possui problemas mentais. O fato teria acontecido na terça-feira, 24.

Procurado por nossa equipe, o Delegado Josuel Muniz relatou que foi solicitado um exame de lesão corporal na menor, que foi realizado já na tarde desta quarta. Agora, aguarda-se o laudo e serão ouvidas as partes envolvidas. A criança deve passar por avaliação psicológica. 

Entramos em contato também com a Secretária de Educação do Município, Elizabeth Fontoura Dornelles, que por sua vez, relatou que já conversou com a Diretora e Professora da EMEI, e que as medidas cabíveis serão tomadas. A Secretaria também se manifestou por meio de nota. Leia abaixo:

"A Secretaria Municipal de Educação recebeu, hoje pela manhã, a família de um aluno de uma escola municipal para conversar sobre uma agressão que teria acontecido na escola na tarde de ontem. A família registrou um Boletim de Ocorrência e procurou a SME, que prontamente a acolheu, realizou a escuta e registrou a denúncia. A diretora e a funcionária envolvida foram chamadas até a Secretaria e conversaram com a equipe pedagógica para que, a partir disso, as medidas cabíveis sejam tomadas. Cabe salientar que os relatos estão registrados em ata.

A Secretaria Municipal de Educação trabalha com muita responsabilidade juntamente com as 43 escolas da rede, e jamais será conivente com qualquer situação de violência que possa ocorrer em qualquer instância. Estamos sempre de portas abertas para receber as famílias e solucionar as reivindicações de todos da forma mais justa e adequada. Buscamos ouvir sempre a escola, a família e a comunidade, para que a relação entre todos seja de responsabilidade e pertencimento. Estamos à disposição também para possíveis esclarecimentos, para que sejam veiculadas informações verdadeiras, que respeitem todos os envolvidos e com fontes seguras."


As partes envolvidas não serão identificadas para preservar o andamento da investigação.

Fonte: Amauri Rodrigues/Bianca Conrad - Jornalismo Grupo Pilau de Comunicações

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